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OMS-FAO (2014) – 17º MINIONU

Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição

Nutrição Infantil

Olá senhores delegados, no post de hoje estaremos falando de um assunto muito específico do campo da nutrição, que é a importância de uma alimentação adequada para as crianças.

Uma das principais fases de desenvolvimento que o ser humano irá passar, a infância é a parte da vida a qual iniciamos o processo de crescimento e também de aprendizado. Umas das principais formas de garantir uma criança cresça de maneira saudável é através de sua alimentação. Um consumo adequado de alimentos tem a capacidade de prevenir duas doenças que serão abordadas no comitê, a desnutrição ou subnutrição e a obesidade.

No caso da desnutrição, a criança recém nascida, tanto ela quanto a mãe necessitam de uma boa alimentação pois boa parte dos nutrientes, como vitaminas e proteínas necessárias para o crescimento do indivíduo que acabou de nascer vêm do leite materno.

Nos próximos anos de desenvolvimento, especialmente até os cinco anos, a alimentação saudável e rica é fundamental, pois após essa idade, caso haja desnutrição, o risco de comprometimento das funções neurológicas, hormonais e até oculares serão irreparáveis.

No caso da obesidade, a crianças em todo o mundo estão desenvolvendo essa doença, principalmente em países desenvolvidos ou em desenvolvimento. O grande perigo da obesidade e sobrepeso em crianças é que pode ocasionar problemas que só antes era identificado em adultos, como pressão alta e diabete

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Agenda

Olá senhores delegados e senhoras delegadas!

Está chegando a hora! Estão prontos?

Para diminuir a ansiedade e prepará-los da melhor maneira, aqui neste post está a agenda do comitê.

 Primeiro tópico:

Desnutrição ou subnutrição. Meios os quais os países possam minimiza –la no mundo.

– Como combater o mal da desnutrição infantil nos países subdesenvolvidos

– Combate da desnutrição para a população adulta em zonas de extrema pobreza e conflitos.

Segundo tópico:

Agrotóxicos e a saúde humana. Quais as atitudes dos países e demais instituições presentes no comitê para o combate do uso ilegal dos agrotóxicos em alimentos.

-Estabelecer os critérios de proteção dos governos aos indivíduos contaminados por agrotóxicos nos alimentos

Terceiro tópico:

Obesidade. Como combater a doença que avança no século XXI.

-Estabelecer os  atores responsáveis  pela obesidade  no ambiente internacional (empresas de alimentos, indivíduos, etc), e quais atitudes os países, organizações  e outros atores podem fazer para o combate de doença.

Bom debate à todos!

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Como falar em público.

Olá senhoras e senhores delegados, hoje falaremos sobre algo que é tido como o maior medo de muitos durante os dias de simulação; Falar em Público.

A forma pela qual nos expressamos traduz muito de como agimos, pensamos e portanto, de como somos. Podendo ser pensada como uma arte milenar, a fala é na verdade muito mais do que isso, pois na verdade a maior parte de como somos entendidos pelo outro vem da postura (linguagem corporal) e apenas uma diminuta parcela pelo que realmente falamos.

Simplificando, a ideia, é mais “como se fala” do que “o que se fala”.

Dessa forma, deve se ter em mente quais seriam essas formas para passar a confiança naquilo que realmente se quer dizer, e assim, conseguir passar confiança a si mesmo.

Entre as técnicas mais utilizadas está mudar a posição de sua postura, de maneira mais ereta, pernas levemente abertas e braços livres para se expressar. Alguns exercícios antes de se falar como abrir os braços acima da cabeça, esticando-os e alongando também é bom para ganhar uma certa confiança (se a ocasião permitir se “aquecer”).

Tenha em mente que todos durante o evento são iguais, e possuem as mesmas fontes de informação, e portanto, estando igualmente preparados.

Costuma também ser mais fácil falar de forma pausada, principalmente no início dos discursos então não se acanhe e siga de forma firme no discurso até pegar o ritmo!

Tenha sempre em mente o que você representa e qual é o seu objetivo no discurso. É convencer os outros em tal ponto? Seria apresentar uma ideia nova? Tudo vem da oratória, e muitas vezes se torna mais simples não pensarmos em si no que falar, como um texto pronto, mas sim procurar expressar nossos pensamentos, e emoções no discurso (o que o torna muito mais convincente).

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O combate internacional à obesidade

Olá, senhores delegados. O post de hoje abordará as principais ações de Organizações Internacionais e demais atores no combate à obesidade mundial.

O combate à obesidade é um desafio para as agendas internacionais nesses últimos anos na medida que tornou-se um problema emergencial e com um certo nível de dificuldade para solucionar. Diversos fóruns e debates têm sido criados com o objetivo de discutir, entender e tentar solucionar esse problema, haja vista que o indivíduo que sofre com essa doença não o faz apenas porque come em excesso como define o senso comum mas diversos outros fatores (tais como econômico, social, sanitário, nutricionais, fisiológicos, genéticos, psiquiátricos e psicológicos, comportamentais e ambientais, por exemplo) se fazem presentes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015, cerca de 2,3 bilhões de adultos estão na categoria do sobrepeso e mais de 700 milhões sofrem com a obesidade. Esse número tende a crescer a partir do momento que países que não precisavam necessariamente se preocupar com essa questão, passaram a mostrar uma certa preocupação com o fato. No Brasil, por exemplo, os números atuais mostram que a obesidade já é um problema de saúde pública. De acordo com o presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e responsável pelo Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Dr. Márcio Mancini, o excesso de peso está presente em 40% da população brasileira aumentando, por tanto, o risco de doenças como diabetes, pressão alta, colesterol alterado, entre outras.

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O Brasil, durante o governo Lula, adotou o dia 11 de Outubro como o dia nacional de prevenção da obesidade; medida essa que voltou os olhares do mundo todo para a iniciativa brasileira e, contando com o reconhecimento da World Obesity Federation (IASO), o dia passou a ser conhecido mundialmente como Dia Mundial da Obesidade. Entre os objetivos deste estão encorajar mais associações e membros a realizar campanhas de impacto imediato; aumentar o entendimento público e formulador de políticas do desafia da obesidade juntamente com soluções para combatê-la; compartilhar experiências nacionais da campanha para permitir a difusão das boas práticas.

Os organismos envolvidos em disseminar o conhecimento sobre o problema da obesidade são basicamente parte de algum setor ministerial estatal. Podemos citar, por exemplo, a Agência de Cooperação Alemã (GIZ) e a Organização Pan-Americana de Saúde, além, é claro, da Organização Mundial da Saúde, formando assim a coalização OPAS/OMS.

Ademais, a própria OMS tem uma Comissão técnica para o combate à obesidade nas crianças, com forte atuação principalmente na África.

Nos Estados Unidos da América também existe vários movimentos pelo combate da obesidade. O que mais se destaca, até agora, é o programa End Obesity, onde o foco principal é em salvar as crianças e adultos que sofrem com esse problema.

O escritório da Organização Mundial da Saúde na Europa realizou uma conferência ministerial europeia para o combate da obesidade. Ficou acordado que os países devem se empenhar em colocar a obesidade no topo de suas principais agendas; criar soluções mais efetivas ao combate da obesidade na Europa e, por fim, promover e fomentar parcerias internacionais com Estados, ONGs, Organizações Internacionais, empresas, etc.

A obesidade é uma doença que está cada vez se alastrando mais pelo mundo, fato esse que faz jus às ações dos organismos empenhados em erradica-la. Embora não seja considerada doença por alguns, a obesidade tem que ser levada a sério para que, um dia, possa ser totalmente erradicada e melhorar substancialmente a saúde mundial.

Referências

http://www.endocrino.org.br/11-de-outubro-e-dia-nacional-de-prevencao-da-obesidade-2/

https://nacoesunidas.org/campanha-da-opasoms-e-parceiros-combate-a-obesidade-e-destaca-beneficios-de-alimentos-organicos/

http://www.abeso.org.br/noticia/11-de-outubro-e-oficialmente-dia-mundial-da-obesidade

http://www.who.int/entity/en/

http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0006/96459/E90143.pdf?ua=1

 

Traje para os dias de simulação

Olá srs delegados e sras delegadas. Neste post discutiremos algo de extrema relevância para o aproveitamento máximo de sua experiência no MiniOnu, e que muitas vezes passa despercebido: vestimentas

As roupas que são usadas durante os dias de evento são utilizadas para representar uma imagem desejada. Como o caráter é das simulações se trata de um ambiente diplomático formal, então espera-se certas escolhas e padrões a serem seguidos para que a imagem passada pelos senhores seja a mais séria e adequada possível durante os dias de evento.

Neste caso, nada de bonés, chinelos, óculos (tirando os de grau, obviamente) e abadás (por favor). É claro que não podemos forçar o que os senhores irão utilizar, mas bom senso é sempre bem vindo, portanto, saias muito curtas, roupas de tons em geral que fogem do neutro e vestidos de festa não são boas sugestões.

Passado o esclarecimento do que é em si um ambiente formal e diplomático sugere (em questão de roupas) vamos agora para as sugestões, começando pelos homens:
Não tem muito como errar indo pelo básico terno, com a camisa social, paletó (ou colete), gravata e calça social preta. É possível mudar de visual com uma simples mudança de gravata e/ou cor de camisa social por exemplo, então procurem experimentar! Lembrete que as meias devem vir da mesma cor que os sapatos (caso os senhores queiram ir até o fim com as regras).

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Uma dica para os homens é usar o terno de festas de 15, ou pegarem emprestado com o pai, não há problema nenhum nisso!
Dica número dois; usem desodorante 😅!

Já para as mulheres também recomenda-se trajes formais, permitindo variações de blusa social com por exemplo o “paletózinho”, calça social em tons neutros ou saias (a medida em geral sendo até o joelho), vestidos mas possuem tecido mais grosso. Sapatos recomenda-se saltos não muito altos e sem brilho, de preferência confortáveis pois os estaram usando durante todo o dia de evento. Outra dica é caso não disponham de um confortável é trazer um par extra de sapatilhas por exemplo na bolsa e trocar depois.

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Faixa bonus – as roupas culturais:

Caso o delegado represente um país que possui tradições específicas, vir a caráter também é permitido e também encorajado! Trajes como a burca (para alguns países árabes), o robe para os chineses ou o sari (índia) são algumas opções a mais que, caso queiram, os senhores poderão usar nos dias de simulação.

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DPO. Documento de posição oficial

Olá senhores delegados,

Hoje discutiremos sobre um assunto de grande importância para os senhores se integrarem ao comitê: o DPO.

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Mas afinal, o que é um DPO? Para que ele serve? O que deve ter nele? Essas e outras perguntas serão esclarecidas nesse post.

O DPO é a abreviação de Documento de Posição Oficial, o que significa que ele é o documento no qual os delegados colocaram os posicionamentos de suas delegações no Comitê. Esse documento servirá para guiar a posição de sua delegação e ilustrá-la perante os demais delegados e a Mesa Diretora.

O DPO deve ser escrito em UMA  página . Dessa maneira não é necessário que nele sejam apresentados muitos dados, estatísticas ou gráficos. Seja formal e direto na elaboração de seu Documento de Posição Oficial.

A ortografia e a linguagem são de grande importância para a redação de um bom DPO. Por esse motivo é necessário que ele seja redigido na norma padrão da língua portuguesa. Ademais, a língua oficial do comitê é o português. Sendo assim, evite utilizar termos estrangeiros na elaboração do DPO, a não ser que os mesmos também sejam apresentados com sua devida tradução.

Sugere-se que, ao elaborar o Documento, o delegado comece com uma apresentação, com nome da delegação, comitê, tópico ou tema do comitê e escola onde o delegado estuda. Uma bandeira ou brasão da república também fazem parte da elaboração do documento do lado da apresentação.

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Após a apresentação, deve ser elaborado um texto com uma breve introdução e revisão histórica da delegação em relação ao tema do comitê. Em segundo lugar, deve haver uma explicação de sua posição através da apresentação de medidas políticas ou econômicas adotadas pelo país ou outro órgão representado, mencionando uma possível solução para o tema abordado no comitê, respeitando os interesses de sua política externa.

Se achar necessário, o delegado pode acrescentar uma citação de um líder ou político de seu país para elaborar o argumento. É importante lembar que o DPO deve respeitar o período histórico que o comitê acontecerá, no caso

Faça seu DPO tranquilamente, sem correria de última hora ou medo de cometer pequenos erros, pois ele não afetará desempenho durante a sessão. Além disso, vocês não terão de apresentar os DPOs para os outros delegados, mas eles ainda poderão ser consultados por seus pares e serão lidos pela Mesa Diretora.

Pede-se que eles sejam redigidos em Arial 12, com espaçamento 1,5, justificados e sejam impressos. Lembre-se de que não há bibliografia no DPO. Não serão aceitos materiais enviados por outros meios. Todos os DPOs devem ser entregues à Mesa Diretora no primeiro dia de debates do 17º MINIONU.

 

Voluntários

Olá senhores delegados, neste parte apresentaremos a equipe de voluntários que participará no comitê.
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Olá senhores delegados! Meu nome é Michelle, tenho 22 anos e atualmente curso o 5º período de Relações Internacionais na PUC Minas. Esse é o meu primeiro ano no MINIONU, e farei parte da equipe de voluntários no comitê OMS e FAO –  2ª Conferência sobre nutrição, e posso afirmar que as expectativas são sempre as melhores. Que venham novas experiências e aprendizados! Até Outubro!

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Olá  senhores delegados e senhoras delegadas! Meu nome é Nicole Aquino, tenho 18 anos e curso o segundo período de Relações Internacionais. Essa é a primeira vez que tenho contato com o evento minionu, Sou voluntária do comitê OMS e FAO. Espero que esse projeto proporcione boas experiencias, bons momentos e muita aprendizagem. Sempre estarei disposta a ajudar!!Sejam bem vindos!!!

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Olá senhores delegados! Meu nome é Jardel Henrique de Faria Almeida, sou aluno do 2º período do curso de Relações Internacionais e serei voluntário de comitê da OMS e FAO 2014, sobre a 2ª Conferência Internacional sobre nutrição. Esta é minha primeira participação no Modelo Intercolegial das Nações Unidas (MINIONU).Tenho altas espectativas a respeito do Minionu,pois sempre ouvi coisas boas sobre o evento,e também porque será a primeira vez que participo de uma simulação,fui escolhido em um comitê que gosto muito,pois assuntos a cerca da fome e da desnutrição sempre me despertaram interesse.Por fim espero que,como todos, eu tenha uma boa experiencia e que possa aprender muito. Sejam bem vindos!!!

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Olá, senhores delegados, meu nome é Isabela Rodrigues, estou no terceiro período do curso de Relações Internacionais e eu serei voluntária do comitê “OMS & FAO – conferência sobre nutrição” nesse décimo sétimo MINIONU. Essa é a minha primeira edição como voluntária e estou acirrada por esta oportunidade que me fará crescer profissionalmente como pessoa e futura diplomata. Creio que participar do MINIONU irá me preparar ainda mais para o curso, como também terei a oportunidade de ampliar minhas percepções sobre temas atualizados e possíveis acontecimentos futuros, podendo aplicar todo o conhecimento similarmente em sala de aula. Espero que essa edição seja uma ótima experiência tanto para mim quanto para os senhores delegados. Um abraço e até o dia do evento! 

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Meu nome é Milena Almeida e curso o 2º período de Relações Internacionais. Esse é meu primeiro contato direto com o MINIONU e estou muito ansiosa, espero superar minhas (grandes) expectativas e assim como todos que passaram por aqui, ter boas histórias para contar.

Alternativas para o uso de agrotóxicos

Olá, senhores delegados.

No post de hoje falaremos sobre as alternativas para o uso de agrotóxicos. Como os senhores já perceberam, a utilização de agrotóxicos costuma deixar diversos atores internacionais preocupados. Cada vez existem mais fóruns sobre o tema; agendas de organismos internacionais estão sempre em constante mudança para dar maior visibilidade ao problema ­– ou se não cria-se uma agenda especificamente para tratar de problemas relacionados ao meio ambiente, como o caso da RIO +20, por exemplo.

Conforme dito em postagens anteriores, o consumo constante de alimentos com aditivos químicos oferece diversos problemas: causa riscos à saúde da população e dos animais; promove a degradação do solo; contaminação da água e do próprio ar; entre outros problemas que são, a curto e médio prazo, irreversíveis. Entre os problemas mais graves registrados em relação a saúde humana, percebe-se um alto nível de infertilidade masculina, reações alérgicas e diversos distúrbios tais como: alimentar, pulmonares, cardíacos, endócrinos e imunológicos. Por isso, agentes internacionais como empresas, organizações e ONGs estão engajados para tentar substituir os agrotóxicos por produtos que firam menos a população e o meio ambiente.

O método mais utilizados como substituição aos agrotóxicos é a agricultura orgânica (ou agroecologia), que cresce 50% ao ano. Esta utiliza-se principalmente do manejo integrados das pragas, isto é, ao invés de utilizar os agrotóxicos para elimina-las, na agricultura orgânica usa-se dos biopesticídas que são, segundo a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), qualquer produto feitos com microrganismos, substancias naturais ou derivados de plantas geneticamente modificadas que façam controle de pestes e pragas. É importante salientar que a técnica do biopesticida veio da área da ciência denominada biomimética – área esta que estuda as estratégias e soluções da natureza para seus problemas para que possam ser utilizadas pelo homem. Esta, é um modelo de produção agrícola que se preocupa em manter a produtividade do solo a longo prazo e, para isso, utiliza de artifícios que mantenham a terra em condições férteis de produção para que ela possa ser reutilizada em novos plantios. Como exemplo dessa prática tem-se: compostagem, uso de defensivos naturais, rotação de culturas, diversidade no plantio, entre outros.

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Segundo Carvalho, membro titular do Colegiado Estadual de Agricultura Orgânica de Minas Gerais, o fundamento da agroecologia está em criar condições que solucionem o desequilíbrio na produção (que causa pragas e consequentemente a dependência de produtos agrícolas). A retirada de 100% das ervas daninhas na agricultura acarreta em uma série de consequências dependentes entre si:

  • Com a retirada de todas as ervas daninhas com herbicidas, os insetos deixam de se alimentar delas e passam a atacar a plantação comercial. Além disso, o herbicida acaba sendo absorvido pelas plantas que por sua vez ficam enfraquecidas;
  • Os fungos presentes nas plantas ficam fortalecidos e as atacam, surgindo assim outra necessidade: os fungicidas, que atacam também os fungos benéficos para a planta em questão, como por exemplo o fungo que controla a população de lagartas;
  • Com o fungo morto, as lagartas se multiplicam, tornando assim necessário os lagarticidas (produto este também absorvido pelas plantas).
  • Por fim, com o uso de tantos insumos químicos, o produtor acaba tendo que desmatar outras áreas para plantar mais e compensar seus gastos com agrotóxicos.

Isso tudo pode ser evitado com a prática da agricultura orgânica que custa, em média, de 70% a 80% menos do que a agricultura com o uso de defensivos químicos.

Um outro método eficaz é o da homeopatia. Essa medida, segundo a superintendente de Produção Vegetal do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), Vânia Carvalho, tem com objetivo a redução dos insumos químicos na produção, haja vista que através de doses homeopáticas, a plantação recebe só a quantidade exata de defensivos para solucionar o problema em questão. A superintendente lembra ainda que, para substituir os agrotóxicos nos casos de insetos e doenças, o mesmo pode ser substituído pelo Extrato Piro-lenhoso, ou seja, é um líquido obtido através da fumaça do carvão condensada, que seria pulverizado na plantação.

Referências:

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/35/1442-biopesticidas-podem-ser-boa-alternativa-ao-uso-de-agrotoxcos.html

https://www.jasminealimentos.com/blog/vida-integral/agroecologia-alternativa-reducao-uso-agrtoxicos/

https://www.southernstates.com/articles/pesticide-alternatives.aspx

 

Organizações e países para o combate da má nutrição

Olá senhores delegados, neste post trataremos da questão das agências e programas feitos, tanto por governos quanto por agências internacionais para tratar de problemas de saúde, desde a fome e a má nutrição em si quanto suas causas.

Apesar de serem algumas das mais importantes agências do painel da ONU, a OMS  e a FAO não são as únicas, dividindo espaço também com agências regionais como a PAHO (Organização Pan Americana de Saúde), que procura por meio de diversos feitos, erradicar o problema do continente americano em específico, por meio de diversos programas e intercâmbios de conhecimento e de estratégias transnacionais para seu combate.

Entre elas cabe destacar o Mais Médicos, programa promovido entre governo cubano e brasileiro, no qual médicos são direcionados para a área da saúde afim de tratar de regiões mais carentes, nas quais carecem de médicos e problemas como a fome e desnutrição afetam grande parte da população.

Outra forma de se intervir no problema seria investir em sua infraestrutura em si, mudando a base para se tornar mais produtiva e assim, mais abrangente com seus insumos. É por meio de tais objetivos que o FIDA(Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola) foi fundado na década de 70 para combater a fome no Sahel (região desértica da África), como meio de se investir na base da produção agrícola em projetos que visam o desenvolvimento da área rural e de sua produção, permitindo a criação de novas técnicas e o aperfeiçoamento de antigas, para assim formar uma cadeia de produção e distribuição, permitindo o combate a fome.

Outra iniciativa comum  por parte dos países é a utilização de fóruns de discussão, ou programas internacionais como o PMA (Programa Mundial de Alimentos), que procura discutir questões relacionadas à nutrição e formas de se combate-la. Um exemplo seria o programa também com envolvimento brasileiro chamado “programa nacional de alimentação escolar”(dentro da politica do “Fome Zero”), no qual o país e visto como pioneiro na forma como lida tanto com a alimentação quanto a nutrição, nas escolas em que o programa foi implementado. Ele se dá na forma de produções de pequenos produtores locais, que filiados a uma cooperativa, conseguem tornar seus preços competitivos a ponto de oferecerem às escolas parte da produção e assim, alimentar de forma saudável jovens na fase escolar.

Portanto é possível perceber as diversas formas de se poder combater problemas relacionados a fome, desde forma paliativa, como assistência humanitária, envio de médicos à regiões de tensão social, a até mesmo a busca por uma resposta, por um programa em definitivo para ser adaptado por outros países e aperfeiçoado. Não deve se descartar as ações visando uma única solução, pois o problema é complexo e multifacetado. Sendo assim, procurar enxerga-lo nas mais diversas óticas e cenários possíveis parece ser a maneira mais correta de começar a compreender a dimensão e profundidade do assunto em si.

FONTE:  Programas Pago. Disponível em http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_pronpro&view=pronpro&Itemid=298&lang=pt . Acesso em 19 de setembro de 2016.

About FAO. Disponível em: http://www.fao.org/about/en/. Acesso em 19 de setembro de 2016.

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